Categorias
Educação e Ciências

TRILHANDO CAMINHOS NA EDUCAÇÃO: Perspectivas e desafios contemporâneos

Trilhando caminhos na educação:
perspectivas e desafios contemporâneos

Organização:
Fernanda de Jesus Costa | Raphael Silva Rodrigues | Thiago Penido Martins

O livro que ora se apresenta ao público visa compreender as diferentes frentes nas quais a Educação está inserida, trazendo aos leitores uma variedade de valores que apoiam uma educação para combater as lacunas existentes no processo de aprendizagem.

Sabe-se que o ato de educar transcende a sala de aula e o prédio da escola. Se realmente acreditamos que a educação pode mudar o mundo, faz-se necessário repensar as nossas práticas, metodologias e concepções filosóficas.

A escola precisa mudar e tornar-se um espaço de emancipação e valorização da pessoa humana em suas diferenças. A humanidade deu um grande passo, quando sistematizou as diferentes visões e abordagens sobre a formação axiológica do ser humano, fornecendo a disseminação da cultura, arte e saberes. Daí se extrai a capacidade de comunicar que faz com que possamos atribuir sentidos as coisas e pessoas, ressignificando aquilo que somos e o que gostaríamos de ser.

Esta obra visa promover algumas reflexões no que tange a Educação e a Sociedade, de modo que tivemos a honra de contar com a colaboração de grandes pesquisadores que primam pela ciência e pela arte do saber.

Categorias
Educação e Ciências

Pequenos Cientistas – Um Manual de Práticas Para Letramento Científico

Pequenos Cientistas - Um Manual de Práticas Para Letramento Científico

Organização:
Drª Aurizangela Oliveira de Sousa | Drª Dannuza Dias Cavalcante | Dr Heveson Luis Lima de Matos | Dr Pedro Dias Pinto

A obra “Pequenos Cientistas – Um Manual de Práticas Para Letramento Científico” foi uma iniciativa de professores do Centro Multidisciplinar de Luís Eduardo Magalhães da Universidade Federal do Oeste da Bahia – CMLEM/UFOB, apoiada pela Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães em parceria com Instituto Elvado Lodi (IEL). Nesse projeto, alunos do ensino fundamental do Colégio Municipal Ângelo Bosa puderam participar de atividades práticas guiadas por monitores, acadêmicos da universidade, visando a aplicação do método científico, para a experimentação de conceitos e a construção de conhecimentos nas áreas das ciências da natureza. A proposta pedagógica do projeto foi elaborada a partir dos documentos normativos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os quais apresentam as atividades práticas como ferramentas importantes do processo ensino-aprendizagem em todos os níveis educacionais. Ao integrar a escola e a universidade em ações práticas, o projeto Pequenos Cientistas colaborou para a superação de barreiras físicas (falta de laboratórios, equipamentos e reagentes) e atitudinais (carência de profissionais, formação especializada, ausência de disponibilidade e excesso de encargos) que muitas vezes limitam a implementação e o atendimento das competências relacionadas pela BNCC para a educação nacional. As práticas experimentais foram usadas no projeto como recursos estratégicos para fomentar ações didáticas mais eficientes e significativas. Os roteiros dessas práticas estão compilados nessa publicação e são apresentados com a finalidade de auxiliar professores de ciências na elaboração e execução de práticas de ensino que fomentem o pensar científico, dando continuidade ao propósito do projeto e permitindo o letramento científico dos participantes.

Categorias
Direito Educação e Ciências Uncategorized

O que é sustentabilidade

O que é sustentabilidade

Autor:
Julio Cesar de Sá da Rocha

A finalidade da presente publicação é examinar noções iniciais sobre o tema Sustentabilidade, questão extremamente urgente sob diversos aspectos. Em geral, a sustentabilidade se refere à busca do equilíbrio ambiental com outras esferas, como a política, econômica e social. A noção de sustentabilidade tem origem em 1980, na World Conservation Union, organização internacional dedicada à conservação dos recursos naturais, fundada em 1948, com sede na cidade de Gland, na Suíça, sendo aprimorada pela Comissão Brundtland, criada em 1983 pela ONU e presidida pela médica Gro Harlem Brundtland (1987, Nosso Futuro Comum), que é especializado no atendimento das “necessidades atuais sem comprometer a habilidade das futuras gerações de satisfazer às próprias necessidades”. E adiante pontua:

“Na sua essência, o desenvolvimento sustentável é um processo de mudança no qual a exploração dos recursos, o direcionamento dos investimentos, a orientação do desenvolvimento tecnológico e a mudança institucional estão em harmonia e reforçam o atual e o futuro potencial para satisfazer as aspirações e necessidades humanas.”

Claro que hoje a noção de sustentabilidade não adere somente ao desenvolvimento, mas ganha autonomia e amplifica sua atuação não só na área do meio ambiente, mas como noção transversal, urgente e ética, diante da grave crise civilizacional que nos cerca. Uma prova disso é a relação entre o desequilíbrio ambiental e o surto de Coronavírus na pandemia da Covid-19, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).
Por sua vez, a sustentabilidade pode significar uma exigência no campo das ideias e das concepções políticas. É possível que a categoria Sustentabilidade responda ao momento atual como forma de leitura da realidade? É apropriado enquadrar distinções clássicas de esquerda e direita com a noção de sustentabilidade?
Vários documentos tratam da concepção de sustentabilidade, na Agenda 21, na Carta da Terra, e nos Princípios do ODS (Objetivos do Milênio). Apesar da sustentabilidade ser um termo recente, seu significado pode carregar concepções ancestrais. Assim, resgatamos fundamentos apresentados pelo bem viver, ubuntu, yang/ying e vasudhaiva kutumbakam, que podem oferecer pistas para a compreensão da completude significante do que pode ser entendido pelo termo nos dias atuais.

 

Categorias
Educação e Ciências Uncategorized

Cotidiano, saude e morte

Cotidiano, saude e morte

Organização:
Estelina Souto do Nascimento
Mércia Aleide Ribeiro Leite
Virgínia Mascarenhas Nascimento Teixeira
Gisleule Maria Menezes Souto
Marco Aurélio de Sousa
Rosane Geralda do Nascimento
Luciana Dalva Ferreira Cardoso de Barros
Mariane da Costa Moura

O presente livro tem o propósito de apresentar alguns resultados, reflexões e discussões alcançados pelo NUPEQS ao longo dos últimos anos referentes ao tema COTIDIANO, SAÚDE e MORTE. A realização da pesquisa Trajetória do morto, entre o suspiro final e o ocultamento definitivo ensejou o 1º Colóquio Internacional sobre Quotidiano e Saúde (1º CIQS), com a abordagem da referida temática. Alguns textos relativos às conferências e palestras do referido evento compõem a parte inicial da obra. Com o surgimento da covid-19, os participantes do NUPEQS têm procurado aprofundar a reflexão sobre a temática da morte. Na certeza da necessidade de mais conhecimento sistematizado sobre o assunto, o grupo persistiu na realização de pesquisas, reflexões e debates que originaram os textos que compõem a segunda parte deste livro. Apesar das dificuldades de sintetizar toda a riqueza dos estudos, reflexões e debates ocorridos no interior do grupo, a proposta é oferecer uma aproximação, ainda que sintética, de alguns aspectos em torno da morte e da covid-19. A segunda parte deste livro é uma obra coletiva, fruto da discussão, reflexão e escrita do grupo ao longo dos anos de sua existência. O objetivo foi compreender elementos associados à morte no cotidiano, na perspectiva da mídia, dos provérbios, das tradições, formas de rituais, crenças, superstições que se manifestam na trajetória percorrida pelo corpo morto, chegando à aproximação do entendimento das visitas aos cemitérios no Dia de Finados. A proposição e a execução do trabalho foi um desafio constante cuja superação foi possível graças a busca de resultados práticos, bem como ao aprofundamento teórico metodológico. Não resta dúvida que a finitude do ser humano será sempre um mistério, ninguém pode dizer da própria experiência com a morte, ela jamais será partilhada. Apenas tem-se a certeza que a hora de cada um chegará e o que tantos outros já experimentaram, chegará para cada pessoa.

Não se sabe à priori quando morrer, mas se sabe que não há como escapar dela e, mais ainda, ela é intransferível. Pode-se dizer que diante da morte precisamos traduzir em palavras para os próximos do morto um ruído ensurdecedor que eles gostariam de não entender: a morte do outro.

Categorias
Educação e Ciências Uncategorized

A PERSONIFICAÇÃO DO IMPROVÁVEL: POR UM MÉDICO “IM”PACIENTE

A PERSONIFICAÇÃO DO IMPROVÁVEL: POR UM MÉDICO “IM”PACIENTE

Autor:
Mario Pastore Neto

O que se escreve aqui são impressões pessoais a respeito de uma vida vivida com tanta intensidade que até o seu fim, será vivida com muita rapidez. Trata-se de expor fatos vividos durante algumas tormentas passadas pelo autor, mas nenhuma delas ele previu que seria tão cruel. O câncer. A tentativa é de se entender e não entender ou influenciar os outros já que cada indivíduo é diferente e cada um tem uma reação e uma compreensão da vida. O autor é médico com especialização em Cirurgia Geral e do Trauma, Cirurgia Torácica e Endoscopia Respiratória, docente do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, e por anos Coordenador de Residência Médica e de Serviço de Cirurgia de um Grande Hospital público da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Dedicou, formal ou informalmente, a maior parte de sua vida profissional formando discentes de graduação e pós-graduação médica, sempre dentro dos hospitais e nas salas de aula. Mas não sabia que o maior desafio de sua vida estava por vir. Sentindo a necessidade de retratar a visão do outro lado, o lado do paciente, sobre uma moléstia grave e inexorável, que passou a chamar a doença dos is. Indigna, injusta, implacável, inexorável, infame, indefensável, e quantos mais is queiram. Tendo como base a própria experiência de vida tratando doenças e doentes, se propôs a expor e rasgar as entranhas para mostrar o que é ser doente em um país sem estrutura, desde o mais tenro pensamento como ser humano para entender e digerir a dor de ser canceroso. Tenta ainda, jogar luz (ou trevas) de como é o pensar como doente de uma afecção que não deixará de existir, pelo menos da forma que conhecemos atualmente. Tendo publicado artigos científicos, o qual um lhe rendeu a mais alta comenda do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, a de melhor artigo científico do ano, capítulos de livros e editou e reviu tecnicamente outros, sempre com cunho científico e didático, pode dizer que tudo é muito diferente do que se lê nos livros. Ao longo dos anos percebeu que tudo o que estava preconcebido caiu por terra. Tudo o que se tinha como dogma não vale quase nada. Demonstra as várias facetas dessa doença, de maneira atemporal. Marca a impressão de um ser único e indivisível, mas dual e em conflito que está passando pela última tormenta. Espera-se com esse livro que algumas pessoas se identifiquem com o ocorrido e não se impressionem, pois cada um é um ser único. No entanto, muitas mágoas e rancores, e desejos frustros podem se expressar de maneira nuclear. A medicina tentou explicar isso nas fases do doente oncológico. Veremos se funciona para um médico, com proficiência de causa na área e que como “im”paciente, se é que isso existe, está experienciando uma limonada amarga.

Categorias
Educação e Ciências Uncategorized

Planejamento Estratégico de Gestão de Pessoas Aplicadas em Empresas do Terceiro Setor

Planejamento Estratégico de Gestão de Pessoas Aplicadas em Empresas do Terceiro Setor

Organizadora:
Tamilsy Teixeira Casalechi

Na disciplina de Experiência Aplicada em Liderança e Gestão de Pessoas foi proposto aos alunos do curso de Administração da Faculdade Alis de Itabirito, um trabalho in loco, em uma empresa do terceiro setor da região dos Inconfidentes, onde eles deveriam criar um Plano de ação a partir do planejamento estratégico de gestão de pessoas.
Com a aplicação de ferramentas administrativas como ciclo PDCA e matriz SWOT, os alunos fizeram um levantamento das dificuldades encontradas pela instituição para, a partir daí, estabelecer o planejamento de possíveis mudanças organizacionais, contribuindo com a visibilidade ou expansão da empresa.
Para a realização desse projeto, os alunos tiveram que marcar encontros presenciais ou on-line para conhecer a realidade da instituição.
A proposta dessa atividade é levar os alunos a campo, numa atividade totalmente prática, onde eles poderiam vivenciar o que aprenderam em sala de aula, passando pelos desafios, enfrentando as dificuldades que sempre aparecem e, através da inteligência emocional, encontrar as soluções para conseguir chegar à reta final do trabalho, trazendo resultados satisfatórios.
Nota-se o crescimento e amadurecimento deles em relação a todos os desafios encontrados, mas sabe-se que, quando há persistência, o resultado é sempre positivo.
A todos vocês, meus queridos alunos, o parabéns merecido e, mais ainda, por acreditarem que seria possível.

Professora Tamilsy Casalechi

Categorias
Educação e Ciências Uncategorized

Orientação Profissional e Gestão de Carreira

Orientação Profissional e Gestão de Carreira: relato de experiências vivenciadas com adolescentes

Organizadora:
Tamilsy Teixeira Casalechi

Os alunos do curso de Psicologia das cidades de Itabirito-MG e Altamira-PA, na disciplina de Orientação Profissional e Gestão de Carreira, realizaram uma pesquisa de campo em escolas de ensino particular e pública dessas cidades. Primeiramente eles aplicaram um questionário contendo várias perguntas sobre a escolha profissional como forma de conhecer um pouquinho a respeito das expectativas desses jovens. Posteriormente, foram marcados encontros com eles para realizarem o trabalho de Orientação. Devido à pandemia do Covid-19, alguns encontros tiveram que ser virtuais, outros presenciais, de acordo com as regras das escolas. Após esses encontros, os alunos do curso de Psicologia tiveram a oportunidade de vivenciar uma prática de orientação e ainda ajudaram muitos estudantes a conhecer outras profissões e fazer uma escolha mais acertada. Foi um desafio lançado por mim logo nos primeiros dias de aula. Confesso que meus alunos ficaram bem assustados com a proposta e com o desafio. Cheguei a pensar que não daria certo, mas alguns alunos responderam muito bem a minha ideia è sentiram que seria algo que acrescentaria muito na vida deles. O resultado não poderia ser diferente. Meus alunos se empenharam demais e conseguiram resultados diferenciados e compreenderam que educação se faz na prática, que precisamos de teoria sim, mas acima de tudo, é necessário vivenciar o que se fala e o que se ouve. Acredito que não foi fácil nem para eles e nem para mim, mas o mais relevante de tudo é quando nos deparamos com os resultados satisfatórios e descobrimos que muitos jovens foram auxiliados com esse trabalho. Isso é gratificante e saber, também, que meus alunos do curso de Psicologia vivenciaram uma prática inesquecível e que aprenderam muito. Professora Tamilsy Casalechi

Categorias
Educação e Ciências Uncategorized

Professor e cia

PROFESSOR & Cia.: flexibilização do trabalho docente nos conglomerados educacionais

Ana Clara Matias Brasileiro

Belo Horizonte, 04 de maio de 2018. Mais de dois mil professores, alunos e pais de alunos da rede privada de ensino ovacionam os dirigentes do seu sindicato, ao fim de uma greve de dez dias. Sob o mote “nenhum direito a menos”, sentiam-se vitoriosos ao garantirem avanços que, numericamente, pareceriam pequenos, uma vez que distantes da pauta inicialmente apresentada pelo SinPro Minas. Mas o sentimento que emanava das falas dos inscritos e das reações da Assembleia era de que se tratava de uma vitória histórica, paradigmática e extremamente árdua. Dois fatores eram constantemente apresentados como responsáveis por tal dificuldade: a aprovação, no ano anterior, da chamada Lei da Reforma Trabalhista, que trazia diversas alterações predominantemente desfavoráveis ao trabalhador, dentre elas, a superioridade normativa das negociações sobre as leis, ainda que para reduzir o patamar de direitos trabalhistas; e a força, na mesa de negociações, dos grandes grupos educacionais, em especial aqueles de capital aberto. Essa cena parece ser um dos diversos desdobramentos de dois fenômenos correlatos que vêm, nas últimas décadas, tendo espaço no Brasil e no mundo, em intensidade cada vez maior. E é esse o cenário em que se insere este livro, no qual Ana Clara Matias Brasileiro nos convida a investigar como a flexibilidade na gestão de companhias educacionais abertas tem afetado os professores universitários.

Categorias
Ciências Jurídicas Educação e Ciências Uncategorized

Questões Virais: Leituras Sobre A COVID-19 No Brasil

Questões Virais: Leituras sobre a COVID-19 no Brasil

Organizador: Valderí de Castro Alcântara

“Questões Virais: Leituras sobre a COVID-19 no Brasil” apresentamos estudos teóricos e empíricos sobre a pandemia da COVID-19 no Brasil considerando como ela vem performando crises sanitárias, ecológicas, políticas, econômicas e sociais. Nesse sentido, é um livro sobre os tempos difíceis que estamos vivendo. No livro problematizamos, a partir de diferentes áreas do conhecimento, como a administração, a sociologia, a pedagogia, a demografia, o direito, o serviço social, a ecologia, dentre outras, a compreensão sobre nosso futuro comum. Esperamos que ele possa contribuir com reflexões sobre a COVID-19 no Brasil e que nos dê forças para superar o momento que vivemos e não cair na ideia de um “novo normal”: Precisamos construir novas alianças e novos mundos.

Autores: Reinaldo da Silva Júnior, Ana Paula Lemes de Souza, Raphael Vianna, Ana Suelen Tossige Gomes, José Vitor Lemes Gomes, Bruna da Costa Silva, Daiane de Oliveira Gonçalves, Luiz Otávio de Oliveira Pala, Luísa Pimenta Terra, Ana Paula Santos Diniz, Adriana Severo Rodrigues, Maria Paula Lopes de Araújo, Mateus Mursa Bastos dos Santos, José Heleno Ferreira, Letícia Helena de Oliveira Ferreira, Liderjane  Gomes da Mata, Regina Aparecida de Morais, Valderí de Castro Alcântara, Ana Paula Santos Diniz, Jeferson Neri, Alyce Cardoso Campos.