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Direito e Ciência – D&C

Direito e Ciência - D&C

Organização:
Ana Paula Lemes de Souza

Coordenação:
Ivan da Costa Marques
Margarida Lacombe Camargo
Daniele Martins dos Santos

O livro “Direito e Ciência — D&C”, fruto de trabalhos apresentados no IX Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade da ESOCITE.BR, vem preencher uma lacuna nos estudos de ciência, tecnologia e sociedade (Estudos CTS) no Brasil. É sabido que a coletividade CTS, e desde o princípio de sua construção, tem dado mais atenção à relação entre ciência e política, focando principalmente em processos de institucionalização da atividade científica entre nós. Claro que essas imbricações, como nos apresentam os autores do livro, não podem ser formalmente purificadas, separando o mundo do direito, do mundo da política ou do mundo da ciência. O que vemos na obra é exatamente como as fronteiras são tênues e movediças e como as performances nos limites de cada uma dessas esferas interferem nas outras, coproduzindo uma ordem precária, contingente. Os temas empíricos que são apresentados em cada capítulo – biodiversidade, conhecimento tradicional, contaminação de água, STF, ANVISA, entre outros – traduzem bem essa trama complexa entre direito e ciência: cientistas são produtores de fatos científicos, mas também de direito, da mesma forma como juristas produzem fatos de direito e de ciência. A importância da obra vai além, explora exatamente os limites de regulação da “verdade científica” num contexto societal marcado pela disputa em torno de sua validade. 

Fabrício Neves Presidente da ESOCITE.BR 

(Associação Brasileira dos Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias) 

Professor da Universidade de Brasília

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Revista de Direito Mercantil industrial, econômico e financeiro 174/175

Revista de Direito Mercantil industrial, econômico e financeiro 174/175

Ensaio e Tradução: 1 – “O Jurista, o Músico e o Tradutor: Nota Introdutória a “Interpretação Jurídica e Interpretação Musical – um ensaio”, de Herbert Wiedemann” (autores: FRANÇA, Erasmo Valladão Azevedo e Novaes; TANNOUS, Thiago Saddi) 2. “Interpretação Jurídica e Interpretação Musical – um ensaio”, de Herbert Wiedemann, tradução de Erasmo Valladão Azevedo e Novaes França; e Thiago Saddi Tannous (autor: WIEDEMANN, Herbert; tradutores: FRANÇA, Erasmo Valladão Azevedo e Novaes; TANNOUS, Thiago Saddi) Doutrina e atualidades: 3 – “Compromisso de Compra e Venda para Constituição de Condomínio-Hotel: Natureza Empresarial e Consequente Inaplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor (autor: PFEIFFER, Roberto Augusto Castellanos) 4 – “O Afroeemprendedorismo como Nicho Específico de Negócios: um estudo comparadado com bases do Brasil e da Colômbia” (autores: AMARTINE, Daniela Nunes de; e SILVEIRA, Paulo Burnier)” Doutrina e aspectos do direito brasileiro: 5 – “Difusão de Informações e o Funcionamento do Mercado de Capitais” (autor: BARROS, Lucas Carneiro Gorgulho Mendes) 6 – “Aspectos regulatórios da lei sarbanes-oxley às empresas brasileiras” (autores: TAJRA, Gabriel; MOUSSA, Georges) 7- “Il Superamento della Personalità Giuridica nel Diritto Brasiliano. Aspetti Sostanziali e Processuali” (autores: PARENTONI, Leonardo; ANDRADE, Érico) 8 – “Crítica ao sistema de oferta pública de distribuição de contratos de investimento coletivo hoteleiro: a necessária proteção ao investidor e à segurança do mercado” (autores: HAJ MUSSI, Luiz Daniel; FUCKNER, Mariana Hofmann) 9 – “Grupo de Sociedades no Brasil” (autor: BERGMANN, Thomas) 10 – “Les énoncés interprétatifs : un moyen de restructuration du droit commercial brésilien” (autores: AGUILAR VIEIRA, Iacyr de; e CERQUEIRA, Gustavo) 11 – “A concessão de recuperação judicial às associações civis: uma análise da possibilidade jurídica com base em casos paradigmas” (autores: ASSIS, Daniel Araújo de; NIZ, Kamilla Ranny Macedo) Espaço discente: 12 – “Aspectos da Desconsideração da Personalidade Jurídica de Sociedades Anônimas” (autor: RODRIGUES, Luiz Felipe Galloti)

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Controvérsias No Contrato De Trabalho Do Atleta Profissional De Futebol

Controvérsias No Contrato De Trabalho Do Atleta Profissional De Futebol

Autor:
Bruno Fernando Vicentin

A sociedade brasileira é apaixonada pelo futebol, vibra, torce, passa horas e horas comentando o que ocorreu e poderá acontecer em uma partida de futebol. Em uma pequena síntese, o futebol é uma verdadeira paixão popular e está inserido na cultura brasileira, abrangido todas as camadas sociais, do pobre ao rico indistintamente. A profissão Atleta Profissional de Futebol, no início do século XX era discriminada, por fatores sociais e até mesmo culturais. Muitos atletas tinham o futebol como uma segunda profissão, porém, com o passar dos anos a profissão do Atleta Profissional de Futebol foi sendo mais respeitada quando foi inserida no ordenamento jurídico, leis, normas em relação ao tema. O intuito do estudo é demonstrar as controvérsias e peculiaridades, existentes no contrato de trabalho do Atleta Profissional de futebol, apresentando as imperfeições existentes no contrato de trabalho e a forma de solucionar os erros, mostrando que o Contrato do Atleta Profissional de Futebol traz uma segurança jurídica para os Atletas e para as agremiações desportiva. A finalidade dessa obra, e tratar os diversos institutos do direito desportivo, e fazer uma correlação com outras áreas do direito, por exemplo o direito civil, trabalhista, tributário, dentre outras que são fontes subsidiarias do direito desportivo.

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Perspectivas: estudo interdisciplinar sobre o sistema prisional

Perspectivas: estudo interdisciplinar sobre o sistema prisional

Organizadores
Flávia Ávila Penido
Jéssica Gonçalves da Silva

Caro leitor, você percebeu alguma distorção na capa? Olhe novamente. O que você enxerga desta vez? É esta a realidade sobre o sistema prisional: pluralidade de olhares e de percepções, disposições legais desconexas com o que é vivenciado pelo apenado. O livro busca reunir pontos de vista de autores de diversas áreas de formação para que apresentem ao leitor suas impressões sobre o mesmo objeto: o sistema prisional.

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Mercados Digitais O livro da disciplina

Mercados Digitais - O livro da disciplina

Organizadores
Leandro Novais e Silva
Luiz Felipe Drummond

Mercados Digitais. Livro da disciplina optativa de Tópicos em Direito Econômico: Mercados Digitais. Este é um livro de alunos da Faculdade de Direito da UFMG, talentosos e disciplinados. Ajuda a contar, um pouco, história da disciplina na Faculdade. Almeja traçar um panorama sobre os mercados digitais, desde a discussão do fenômeno econômico, passando pelo controle de estrutura das big tech`s, chegando ao comportamento das plataformas. E debate também as novidades, como o uso de algoritmos e colusão. Fala – ainda – das redes neurais e de propriedade intelectual. E, finalmente, cuida de tecnologia, direito e finanças, com os meios de pagamento. Enfrenta o debate pela ótica da concorrência e regulação, fazendo o diagnóstico dos eventuais problemas e apresentando as soluções. Enfim, uma entrega da Faculdade de Direito da UFMG, em uma disciplina – original – que tenta entender o espírito do seu tempo.

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Mitigação dos riscos de investimentos em startups

Mitigação dos riscos de investimentos em startups

Autores
Eduardo Goulart Pimenta
Eduardo Henrique De Oliveira Barbosa

A necessidade de crédito é inerente ao empreendedorismo, desse modo, quando o empreendedor não possui quantidades suficientes do recurso, precisa recorrer a terceiros para sanar o problema. Quando são startups que precisam de crédito, é ainda mais difícil ter acesso aos valores necessários utilizando-se de fontes tradicionais. Diante deste impasse, o presente livro se preocupa em compreender a vulnerabilidade em que as startups estão inseridas, assim como demonstra os principais mecanismos que podem ser utilizados pelas próprias startups para diminuir ou minimizar os riscos ante os investidores. A leitura da obra permite deduzir não ser possível anular o risco existente ao investir em startups, no entanto, existem diversos mecanismos que, se bem aplicados, podem contribuir para redução significativa de tais riscos. Para tanto, é imprescindível verificar o momento em que a startup se encontra e as características demonstradas pelo investidor, assim, é possível aplicar adequadamente o instrumento que melhor se adeque a realidade vivida por eles. Utilizar o método de investimento correto no momento errado pode ser prejudicial para o investidor e para a startup investida.

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Michel Foucault e o Poder Constituinte

Michel Foucault e o Poder Constituinte

Autora
Lorena Martoni De Freitas

Este trabalho busca repensar criticamente a teoria do poder constituinte a partir do pensamento ético-político do filósofo francês Michel Foucault, com o objetivo de fornecer instrumentos teóricos para se refletir sobre o tempo presente. O que aqui se denomina como “teoria do poder constituinte” diz respeito ao campo de estudos acerca da gênese da Constituição, tanto em seu sentido formal – em termos de texto constitucional –, quanto material – como conjunto de forças que operam na sociedade produzindo uma ordem normativa de viés ético-político. Mais específica do que a “teoria da Constituição”, ela abarca o aspecto dinâmico do processo de organização social, a tensão das relações de força que o atravessam, referindo-se ao limiar entre política e direito. Ou seja, em linhas gerais, podemos dizer que a teoria do poder constituinte cuida de pensar o movimento de determinação do modo de ser de dada comunidade, colocando-nos face aos problemas dos inícios, da vontade de modificação de si e das práticas da liberdade. Seguindo essa linha, acordemos também como pressuposto que nenhuma ordenação social emerge ex nihilo em um espaço antes marcado pela anomia. Assim, na contramão de estudos que abordam o tema do poder constituinte como uma mera questão de princípio da ordem jurídica, nosso trabalho aqui é explicitá-lo como um movimento não apenas produtivo mas também de ruptura, que comporta a rejeição a uma regra de autoridade anterior como condição para a emergência de uma nova organização normativa. Ou seja, trata-se de um fenômeno de natureza processual e bilateral, e que por isso precisa ser analisado como um exercício cotidiano e difuso que comporta em si uma dimensão des-constituinte e outra re-constituinte. Entretanto, com o suposto intuito de garantir a perenidade dos direitos fundamentais e a estabilidade das instituições democráticas – em especial, após as experiências totalitárias que marcaram o século passado –, a dimensão desconstituinte do poder constituinte vem sendo paulatinamente silenciada, tendência essa que tem enfrentado sérios desafios face à dinâmica dos movimentos sociais e sublevações que têm marcado o século XXI. É justamente tendo em vista esse problema que propomos aqui um mergulho no pensamento ético-político de Michel Foucault que, segundo Antonio Negri, foi quem melhor nos forneceu uma possibilidade de “reabrir construtivamente um processo que assume a desarticulação como condição positiva”¹.

¹  NEGRI, Antonio. O poder constituinte. Trad. Adriano Platti. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 46.

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Autonomia privada | democracia, estado de direito e valores existenciais e patrimoniais

Autonomia privada | democracia, estado de direito e valores existenciais e patrimoniais

Organizadores
Leonardo Ferreira Vilaça
Leônidas Meireles Mansur Muniz de Oliveira
Wilson Almeida Benevides

Foi com muita alegria que recebi o convite para confeccionar a nota de contracapa do livro intitulado “AUTONOMIA PRIVADA: Democracia, estado de direito e valores existenciais e patrimoniais”, cuja organização coube aos professores Leonardo Ferreira Vilaça, Leônidas Meireles Mansur Muniz de Oliveira e Wilson Almeida Benevides. O movimento de constitucionalização do direito privado teve como uma de suas principais contribuições a despatrimonialização e, consequentemente, o advento do princípio da dignidade da pessoa humana. Verifica-se o rompimento com as premissas trazidas pelos estudos desenvolvidos no âmbito da autonomia da vontade, momento histórico em que o direito privado tinha como um de seus principais eixos a proteção do patrimônio. Nesse contexto propositivo verifica-se que os negócios jurídicos, as relações privadas, a correlação entre as esferas públicas e privadas, assim como a construção teórico-pragmática das bases epistemológicas do Estado Democrático de Direito passaram a ser diretamente relacionadas com a ampla e integral proteção constitucional da dignidade humana, que assume o papel de princípio e fundamento da República Federativa do Brasil. A partir da segunda metade do século XX a ciência do Direito passou a ser vista como locus de ampla exauriência argumentativa. As proposições normativas deixam de ter o fim em si mesmo para, assim, serem utilizadas como referenciais que viabilizam a implementação dos direitos fundamentais e humanos previstos no plano constituinte e instituinte. O Estado Democrático de Direito evidenciou o compromisso com a alteridade, haja vista que a norma jurídica em si deve ser utilizada como instrumento para combater discriminações, garantir igualdade, limitar o exercício do poder, legitimar o exercício das liberdades públicas e privadas, além de viabilizar a inclusão de pessoas, numa proposta que se relaciona de forma direta com a superação da marginalidade e exclusão social. Em suma, portanto, convido todos os leitores a conhecerem as proposições teóricas apresentadas nessa obra, que objetivam desvendar, sob o ponto de vista epistemológico e pragmático, as reflexões que permeiam a autonomia privada na sociedade contemporânea globalizada! Fabrício Veiga Costa Professor do PPGD – Proteção dos Direitos Fundamentais da Universidade de Itaúna. Doutor e Mestre em Direito. Pós-doutorado em Educação e Psicologia. Residência pós-doutoral em Direito

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Consentimento das pessoas com transtornos e deficiências mentais

Consentimento das pessoas com transtornos e deficiências mentais

Autor
Tiago Vieira Bomtempo

A Lei n. 13.146/2015, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, alterou de forma expressiva o regime das incapacidades no Código Civil de 2002. Entre as suas alterações, deixaram de ser absolutamente incapazes os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática dos atos da vida civil, e não são mais considerados relativamente incapazes os que tiverem o discernimento reduzido e os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo. Assim, o anterior critério legal para a proteção do vulnerável, como as pessoas com transtornos e deficiências mentais, passa para a promoção do exercício de sua autonomia, como a obrigatoriedade do consentimento prévio, livre e esclarecido do deficiente para a realização de tratamento, procedimento, hospitalização e pesquisa científica. Nesse contexto, cumpre a esta pesquisa demonstrar a efetividade do consentimento livre e esclarecido (CLE) para os pacientes com comprometimento neurocognitivo e psiquiátrico, agora considerados capazes com a redação da referida lei. Para tanto, utilizar-se-á, com base em pesquisa de campo e na hermenêutica fenomenológica, apoiada na bioética, se na prática é possível o exercício da autonomia destes indivíduos na relação entre médico e paciente. Inicialmente, será abordado o regime das capacidades jurídicas no Brasil e em outros países de origem latina; após, o entendimento das diversas ciências acerca das deficiências e doenças mentais; para, em seguida, discutir a autonomia e o termo de consentimento, e sua aplicação na atualidade; ao final, trazer análise de pesquisa de campo, sob o enfoque na hermenêutica fenomenológica, sobretudo com a linguagem; e apresentar críticas e possíveis caminhos com essa lei. Conclui-se, a princípio, que é necessária a interlocução do Direito com as outras ciências, de forma a superar as barreiras do preconceito em relação às pessoas com transtornos e deficiências mentais, e que haja intensa reformulação no tratamento do médico com o paciente, para que este seja agente de sua vontade, quando for possível haver discernimento. Afinal, uma lei não resolve a autonomia de alguém diante de inúmeras patologias e deficiências que cada pessoa possa apresentar, pelo que só é possível definir a partir da redução fenomenológica no caso concreto.

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Intranscendência Penal e Jogos de Linguagem: Os Efeitos Metajurídicos Das Prisões Preventivas Sobre Terceiros

Intranscendência Penal e Jogos de Linguagem:
os efeitos metajurídicos Das Prisões Preventivas Sobre Terceiros

Autor
Leandro Barbosa da Cunha

É extremamente difícil produzir uma obra tão inovadora sobre um tema que já não se discute muito como o da intranscendência penal. Afinal, não se tem mais dúvidas de que a pena não pode passar da pessoa do condenado. Contudo, o autor consegue o feito de não apenas rever o instituto como também de criticá-lo através de uma base filosófica refinada que se ancora, principalmente, na teoria dos jogos de linguagem do filósofo austríaco Ludwig Wittgstein. O leitor perceberá, tão logo, que se trata de um trabalho de exuberante maturidade, no qual o autor apresenta suas premissas científicas e metodológicas para adentrar em uma complexa intersecção entre a linguagem, as normas jurídicas e a realidade – o que é feito com um domínio incomum sobre os temas. Na primeira metade do trabalho, pode-se perceber a potência e profundidade da obra, que nos introduz ao pensamento de importantes filósofos da linguagem e da hermenêutica para nos brindar com uma chave para a leitura da realidade carcerária brasileira. Já na segunda metade, a obra traz um rigoroso método de pesquisa jurisprudencial, mas também humaniza o trabalho por meio de entrevistas com pessoas reais, que sentem na pele o problema que o autor se propôs a pesquisar: os efeitos metajurídicos da prisão preventiva. Conhecer a realidade é o primeiro passo para transformá-la. É necessário aliar o conhecimento teórico e a ação, de modo que a vida prática não pode ser desprovida de espírito, tampouco a vida espiritual ser desprovida de prática. A grande lição que perpassa toda a obra é a de que ninguém muda aquilo que ignora. Yuri Coelho Dias, Mestre em Direito Penal, Advogado e Professor do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF)